8 de março de 2008
Mulheres feministas anticapitalistas em luta por:
Igualdade, soberania e poder popular
Concentração: 10h30min
Praça Ramos - SP

Estaremos mais uma vez participando do ato unificado nesse 8 de março nas capitais e durante a semana que antecede a manifestação organizando atividades regionais. Vamos ampliar a mobilização da Intersindical nesse ano para que tenhamos um grande bloco com bandeiras, jornais e faixas.

A exemplo dos anos anteriores marcando nossa participação nessa data importante para o calendário de lutas de nossa classe, chamando a mobilização para enfrentar o ataque do Capital e as políticas do governo Lula contra a classe trabalhadora.

Lamentamos a posição da Conlutas de se retirar da construção do ato unificado em SP que durante todos esses anos sempre esteve presente. Mesmo quando tivemos que travar discussões muito mais difíceis, com setores que estão na organização do 8 de março que trabalhavam com bandeiras muito mais rebaixadas a Conlutas sempre esteve presente na coordenação.

A Intersindical continuará no esforço de unidade de ação, mas sem rebaixar nosso programa. No 8 de março estaremos nas mobilizações e atos unificados erguendo nossa bandeira EM DEFESA DA VIDA E DOS DIREITOS DAS TRABALHADORAS, dando continuidade a nossa campanha “Nenhum Direito a menos, avançar nas conquistas”.
Campanha essa que se concretiza na luta a partir dos locais de trabalho e nas mobilizações que estamos construindo para enfrentar ação do Capital e do governo Lula que atacam a classe trabalhadora através das reformas que tem como objetivo flexibilizar e acabar com direitos.

Estamos confeccionando camisetas e bandeiras para o 8 de março. Os Estados que tiverem interesse em adquirir o material entrem em contato na nossa sede nacional pelo telefone 11-31014112.

Estaremos mais uma vez participando do ato unificado nesse 8 de março nas capitais e durante a semana que antecede a manifestação organizando atividades regionais. Vamos ampliar a mobilização da Intersindical nesse ano para que tenhamos um grande bloco com bandeiras, jornais e faixas.

A exemplo dos anos anteriores marcando nossa participação nessa data importante para o calendário de lutas de nossa classe, chamando a mobilização para enfrentar o ataque do Capital e as políticas do governo Lula contra a classe trabalhadora.

Lamentamos a posição da Conlutas de se retirar da construção do ato unificado em SP que durante todos esses anos sempre esteve presente. Mesmo quando tivemos que travar discussões muito mais difíceis, com setores que estão na organização do 8 de março que trabalhavam com bandeiras muito mais rebaixadas a Conlutas sempre esteve presente na coordenação.

A Intersindical continuará no esforço de unidade de ação, mas sem rebaixar nosso programa. No 8 de março estaremos nas mobilizações e atos unificados erguendo nossa bandeira EM DEFESA DA VIDA E DOS DIREITOS DAS TRABALHADORAS, dando continuidade a nossa campanha “Nenhum Direito a menos, avançar nas conquistas”.
Campanha essa que se concretiza na luta a partir dos locais de trabalho e nas mobilizações que estamos construindo para enfrentar ação do Capital e do governo Lula que atacam a classe trabalhadora através das reformas que tem como objetivo flexibilizar e acabar com direitos.

Estamos confeccionando camisetas e bandeiras para o 8 de março. Os Estados que tiverem interesse em adquirir o material entrem em contato na nossa sede nacional pelo telefone 11-31014112.

Estaremos mais uma vez participando do ato unificado nesse 8 de março nas capitais e durante a semana que antecede a manifestação organizando atividades regionais. Vamos ampliar a mobilização da Intersindical nesse ano para que tenhamos um grande bloco com bandeiras, jornais e faixas.

A exemplo dos anos anteriores marcando nossa participação nessa data importante para o calendário de lutas de nossa classe, chamando a mobilização para enfrentar o ataque do Capital e as políticas do governo Lula contra a classe trabalhadora.

Lamentamos a posição da Conlutas de se retirar da construção do ato unificado em SP que durante todos esses anos sempre esteve presente. Mesmo quando tivemos que travar discussões muito mais difíceis, com setores que estão na organização do 8 de março que trabalhavam com bandeiras muito mais rebaixadas a Conlutas sempre esteve presente na coordenação.

A Intersindical continuará no esforço de unidade de ação, mas sem rebaixar nosso programa. No 8 de março estaremos nas mobilizações e atos unificados erguendo nossa bandeira EM DEFESA DA VIDA E DOS DIREITOS DAS TRABALHADORAS, dando continuidade a nossa campanha “Nenhum Direito a menos, avançar nas conquistas”.
Campanha essa que se concretiza na luta a partir dos locais de trabalho e nas mobilizações que estamos construindo para enfrentar ação do Capital e do governo Lula que atacam a classe trabalhadora através das reformas que tem como objetivo flexibilizar e acabar com direitos.

Estamos confeccionando camisetas e bandeiras para o 8 de março. Os Estados que tiverem interesse em adquirir o material entrem em contato na nossa sede nacional pelo telefone 11-31014112.

Segue abaixo conteúdo do nosso jornal que será distribuído no
Ato Unificado em SP.

8 de março 2008
EM DEFESA DA VIDA E DOS DIREITOS DAS MULHERES
29 de fevereiro de 2008

Nesse 8 de março no mundo todo as mulheres se colocam em movimento, para dizer que a violência, a desigualdade e as fogueiras permanecem ainda.

Estamos nas fabricas, no comercio, no campo nos mais diversos locais de trabalho, para dizer que não se trata de igualdade de oportunidades e sim de que tanto as mulheres e os homens trabalhadores nessa sociedade produzem a riqueza e se alimentam da miséria.

Diremos mais ainda: nessa sociedade os trabalhadores produtores de valor são mais empobrecidos se forem mulheres e negras.

Continuamos a dizer que a luta das mulheres é uma luta do conjunto da classe trabalhadora, que é agredida em cada salário desigual entre homens e mulheres, em cada creche não garantida, na falta de divisão do serviço doméstico, na imposição da violência e do autoritarismo embutido na cabeça dos homens quando ainda são meninos.

Estamos nos locais de trabalho, moradia e nas ruas afirmando que a luta fica pela metade se não estiver nela colocada as necessidades especificas das mulheres que seguem sendo oprimidas e exploradas nessa sociedade capitalista que precisa para sobreviver ter homens e mulheres vivendo não como diferentes e sim como desiguais.



O CAPITAL E SEUS GOVERNOS AVANÇAM CONTRA
A CLASSE TRABALHADORA

O capital para se recuperar de suas crises ataca a classe trabalhadora. Só conseguem recuperar seus lucros e aumentar sua riqueza diminuindo os salários e os direitos da classe trabalhadora.

Para isso contam com o Estado que através dos governos promovem uma séria de reformas que tem o único objetivo de diminuir o valor do nosso trabalho.

No Brasil o governo Lula prepara reformas com esse objetivo. Na reforma da Previdência dizem que é preciso igualar a idade entre homens e mulheres para aposentadoria. O que chamam de privilégio é um direito das mulheres garantido através da luta, pois nessa sociedade o serviço doméstico é imposto como uma tarefa exclusiva das mulheres e dessa forma a maioria absoluta das mulheres trabalhadoras sofre com a dupla jornada.

Querem mais: dizem que as aposentadorias dos trabalhadores e trabalhadoras rurais encarecem os cofres públicos e assim atacam os direitos das trabalhadoras e trabalhadores no campo, mas nada fazem contra os usineiros novos heróis do governo Lula que se enriquecem através do trabalho dessas mulheres e homens que estão morrendo no corte da cana de tanto trabalhar.

O ministro da Previdência amplia o machismo presente na sociedade ao dizer que as mulheres jovens que recebem pensões são privilegiadas, porque ao invés de receberem esse auxilio deveriam procurar um novo marido. É mais uma das formas de dizer que nosso corpo é mercadoria, que nossa existência e sobrevivência deve estar submetida aos homens.

Além disso, os empresários pressionam e o governo Lula se apressa em realizar uma reforma trabalhista que possa flexibilizar e acabar com direitos como a licença maternidade, que para os patrões é um direito que atrapalha seu processo de exploração.

EM LUTA POR UMA VIDA PLENA E DIGNA

A cada 15 segundos uma mulher sofre algum tipo de violência, estamos nas marcas de bebidas e carros como objeto de degustação, violentadas e assinadas, levadas para outros países como produto de consumo, vitimas das clinicas clandestinas de aborto e exploradas no processo de produção.

O número de mulheres infectadas pela AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis crescem e com os números cresce também a conivência e a hipocrisia daqueles que dizem defender a vida.

A Igreja Católica tem nesse ano como tema da Campanha Fraternidade a “Defesa da Vida”, que tem por objetivo intervir nas políticas publicas e dizer o que deve ou não fazer o Estado. Eutanásia, pesquisa com células tronco, distribuição de preservativos e anticoncepcionais como a garantia de realização do aborto na rede pública, para a Igreja são atentados contra a vida.

Mas se esquecem ou escondem as milhares de mulheres que morrem a cada ano vitimas dos abortos clandestinos e em decorrência da AIDS. Morrem por serem trabalhadoras e não terem acesso a um serviço público digno e a métodos contraceptivos.

Pelas ruas das cidades, nas praças e escadarias das igrejas, crianças vagam sem casa, sem pais, sem comida e morrem sem completar 10 anos de vida.

Defender a vida é defender as mulheres pobres e trabalhadoras para que tenham direito aos métodos contraceptivos e acesso a saúde.

Defender a vida é garantir educação, moradia e saúde para nossas crianças e jovens que a cada dia são vitimas da fome, da violência que conta com o silencio do Estado.

A INTERSINDICAL ESTÁ NA LUTA DAS MULHERES E DO CONJUNTO DA CLASSE TRABALHADORA
- CONTRA AS REFORMAS DO GOVERNO LULA QUE ATACAM OS DIREITOS
- FIM DA IMPOSIÇÃO DO SERVIÇO DOMESTICO: POR CRECHES E LAVANDERIAS COLETIVAS.
- PELO DIREITO DE DECIDIR. FIM DA CRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO E LEGALIZAÇÃO JÁ.
- PELA CONSTRUÇÃO DE CASAS ABRIGO ÀS MULHERES VITIMAS DE VIOLENCIA
- PELA REDUÇÃO DA JORNADA, SEM REDUÇÃO DE SALARIOS E AMPLIAÇÃO DOS DIREITOS
- POR ACESSO A SAÚDE, PREVIDENCIA, EDUCAÇÃO E MORADIA

E nas lutas que não se acabam no 8 de março buscar a superação dessa sociedade capitalista e machista, construir uma nova sociedade onde mulheres e homens possam viver num mundo de iguais.

Coordenação Nacional da Intersindical
INTERSINDICAL - Instrumento de Luta e Organização da classe Trabalhadora
Rua Silveira Martins 165, 1º andar - São Paulo